
| MEU LIVRO DE Louvores infantil (Inserir imagem) EDIÇÃO: Elisabeth Alves 2010 |
Para as crianças em geral e educadoras de seguimento evangélico. Espero que gostem e contribuam. Beijos, Tia Beth

| MEU LIVRO DE Louvores infantil (Inserir imagem) EDIÇÃO: Elisabeth Alves 2010 |

Aqui fizemos as flores de papel color 7 colorido e cortamos as folhas para enfeitar as flores. Para dar efeito de pequenos buques colocamos entre as folhas duas flores embaixo e um em cima. Entre as barras colamos na própria parede folhas maiores e espalhamos as flores de diversos tamanhos acima da folha.
Nos espaços onde ficam caixas de luz e cartas colamos barras, desta vez com flores feitas de papel camurça vermelho e as pequenas, colocadas sobre as caixas especificamente, foram feitas de color7 mesmo.
A tia Rose aproveitando dos visuais de louvores que serão ensinados em breve, enfeitou a parede. Ficou muito bonito.

Detalhe das entre barras. Utilizamos neste enfeite todas as cores utilizadas para fazer as barras e demais detalhes.
Aqui brincamos com as barras. Agora na lateral do Altar. Uma barra longa e algumas mais curtas.
Aqui uma visão mais distante do efeito causado na parede.

irmãs Duka e Lu. Sobrou até para os Jovens, Renan e Soraia. Lucas e Vitórinha.| Por Ana Lucia Santana |
O fantoche remonta aos tempos ancestrais e tem executado um papel significativo na história das civilizações. Ele está especialmente ligado aos primitivos cultos animistas, os quais consideram que tudo no Universo é portador de alma e, por extensão, de sentimentos, desejos e até mesmo de inteligência. Assim, determinados objetos eram considerados sagrados, entre eles as máscaras e os fantoches.
Este instrumento teatral conferia aos seres que os utilizavam poderes mágicos, caracterizando-os como personas intermediárias entre os povos primitivos e seus deuses. As pessoas conferiam tal sacralidade ao fantoche que ele realmente parecia sustentá-las espiritualmente.
Ao se tornar portador do fantoche, o personagem adquiria poderes que o convertia em um profeta, um ser sagrado, um exorcista. Portanto, somente um iniciado nos conhecimentos sacros poderia usar suas mãos para dar vida ao fantoche, em uma cerimônia especialmente preparada para essa encenação.
Na era clássica os fantoches estavam dispostos principalmente dentro dos templos; eram bonecos de grande porte conduzidos igualmente durante as procissões de iniciação. Eles se desenvolvem particularmente a partir do século VII, com a adoção de estátuas semelhantes ao Homem. Estes fantoches que imitam as feições humanas são então escolhidos cada vez mais para estes eventos religiosos, assumindo um estilo que ainda hoje marca as representações do teatro de fantoches.
Ao longo do Renascimento eles são novamente resgatados no seio das Igrejas, apresentando-se também nos pátios residenciais e nas festas realizadas durante as feiras. A platéia se populariza e o teatro de fantoches assume uma postura mais satírica, impregnada de humor. Ele tem um papel importante nesse período, chegando até mesmo a preservar o Teatro Inglês quando este é interditado durante 18 anos.
Saiba mais em:
Temática Cristã
http://criancaevang.blogspot.com/2007/10/teatro-de-fantoches_05.html