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sábado, 25 de janeiro de 2014

Que tal fazeruma árvore com as crianças?

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Série Fofura - Davi - Para Colorir

De todos os personagens Bíblicos o que eu gostaria de conhecer pequenino com certeza seria o Rei Davi.
Já pensou como seria?
Bem, mas aí vai a versão Maternal.

Davi era um menino pequenino, o menor de seus irmãos.
Gostava de viver isolado.
Tinha um instrumento  musical chamado harpa e tocava suas belas canções, enquanto cuidava dos animais no quintal.
Ele sabia que quando fosse maior iria cuidar das ovelhas de seu pai, nos pastos, junto com outros pastores, enquanto seus irmãos bonitos e fortes iriam para o Exército, para se tornarem soldados de Israel.
Um dia o sacerdote Samuel foi a casa de seu pai, Jessé, e disse que Davi iria ser rei quando crescesse.

Ele foi ungido, mas teria que ser discreto, Assim, ele voltou para as ovekhas de seu pai, enquanto seus irmãos voltaram para a guerra.
Davi era um menino obediente, Ele aproveitava seus momentos a sós para orar, pois Ele era um jovenzinho que obedecia e servia a Deus.


By Elisabeth Lorena Alves

domingo, 19 de janeiro de 2014

Cantiga para a Leitura Bíblica

Tem sempre quem critica as canções clássicas do Cancioneiro Infantil Evangélico, mas eu sou daquelas pessoas que amam usar as mesmas canções, quando percebo que elas são queridas pelas minhas crianças.
Assim, apesar de termos postado esta e outras aqui, pensei que poderíamos ir postando aqui em slide para quem quiser utilizar na Igreja, em EBF ou Sala de Maternal.
Meu fone está com defeito, mas acredito que esta canção da Sandrinha seja com a mesma música que conheço, embora tenha uma palavra diferente, mas está valendo...
Abraços e fui!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Série Fofura - Moisés

Mais uma da Série Fofura.
Este é Moisés.
Fácil de descobrir olhando esta figura meiga de recém nascido...
Então vamos lá!

Israel estava vivendo cativo em um país chamado Egito.
O povo sofria, escravisado, sem poder voltar à sua Terra. Já nem tinha mais Terra para voltar, já que vivia longe dela a tanto tempo que outras pessoas agora a ocupavam.

O rei do país fez uma Lei para que todas os meninos de Israel morressem ao nascer.
Joquebede estava esperando uma criança e quando nasceu, que ela viu que era um menino, escondeu-o para que os soldados não o levassem embora e nem o matasse.

O peqenino menino começou crescer e seu choro já poderia ser ouvido fora da casa. Assim a mãe colocou ele em um cestinho e o depositou no Rio Nilo.
As águas levaram o menino para longe, mas quem o achou foi a filha do rei ruim.
Só que ela gostou da criança e adotou como filho.
Colocou o nome dele de Moisés, pois ele tinha sido tirado das águas.
Ele ficou morando no Palácio do rei.


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Papo de Professor - Trabalhando com Dinâmica






Na Dinâmica o Professor tem o papel de Orientador e como tal, é fundamental que domine alguns passos importantes sobre ela.

  1.   Deve conhecer todos os passos da dinâmica para aplicá-la com segurança;
    Quando isto não acontece a aula perde o ritmo e a atividade que era para quebrar o gelo, acaba por desintegrar a turma.
     
  2. Deve-se ter clareza de aonde se quer chegar, qual o objetivo e a função da dinâmica dentro do processo a ser desenvolvido, entendendo-a como um instrumento.
    Infelizmente muitos orientadores não sabem para que serve a dinâmica, acha que ela pode ser o objetivo da aula e assim, perde-se também o foco da matéria separada para o dia.
     
  3. A Dinâmica tem por finalidade, possibilitar um clima de espontaneidade em que os participantes sintam-se livres e à vontade  para participar da experiência feita. 
  4.  Conhecer bem a turma para que possa perceber o nível de relações e entendimento, pois nem toda dinâmica se adapta bem a qualquer grupo. Ela pode ser um instrumento enriquecedor se for bem utilizada e se o grupo estiver em condições de vivenciá-la. Mas se não for bem executada, atrapalha a unidade do grupo. 
  5.  Saber observar as expressões corporais, sobretudo as expressões faciais dos participantes no decorrer da dinâmica, para valorizar os sentimentos e reações de cada um.
    Isto ajuda a perceber se a classe está cooperando ou se perdeu o interesse.
     
  6.  Qualquer que seja o resultado alcançado com uma dinâmica, ele é o objeto da reflexão e da aprendizagem, pois dinâmica não tem resultado errado. 
  7. As dinâmicas podem ser adaptadas de acordo com a realidade e o tamanho do grupo. E não se esqueça de que a preparação da dinâmica já é uma dinâmica a ser refletida e avaliada.

    Adaptado de Almanaque de Dinâmica
    De Eliseu de Oliveira Cunha




domingo, 12 de janeiro de 2014

História - As Mãos de Minha Mãe


 z

Queria postar aqui, com figuras e tudo mais a História AS Mãos de Minha Mãe.
É uma História que ouço desde pequena e já contei diversas vezes para as crianças, sempre fazendo com que elas possa refletir sobre a atitude desta mulher que para defender sua filha, esqueceu-se de si mesma. Uma História de Amor que nos remete a outro AMOR, o de nosso Deus. Mas como não consegui, vou postar o texto aqui. Quem desejar, a qualquer tempo, pode pedir ai no comentário, que envio o material por e-mail ou por Nuvem, sem cobrar nada. Temos em PDF (sem Imagens), Word com marcação de Imagem e em Power Point.
É um prazer dividir com vocês esta linda História.
Abraços.
 Elisabeth

 Ai vai a História:


AS MÃOS DE MINHA MÃE  
 (História de Domínio Público)
  Uma bela e jovem mãe colocou sua filhinha para dormir no berço e foi visitar uma vizinha. Muitas vezes ela havia deixado a filhinha sozinha, por poucos minutos apenas, e nenhum mal lhe acontecera. Assim, não teve dúvida de que também desta vez nada aconteceria.
Chegando a casa da vizinha, começou a conversar sobre algumas coisas, mas foi interrompida subitamente por um som que sempre lhe causava um calafrio: era a sirene do caminhão de bombeiros.
- Não se preocupe – disse a vizinha. – Tenho certeza de que o incêndio não é por aqui.
- Mas ouça! – disse a mãe. – Parece que os bombeiros estão vindo para este lado! E veja o povo correndo! Estão correndo nesta rua! E correm na direção da minha casa!
Sem dizer mais nada, ela correu para onde o povo estava indo. E então viu sua própria casa em chamas! Fumaça e labaredas já saíam pelo telhado.
 Minha filhinha!  - exclamou ela desesperada. – Minha filhinha!

A multidão era grande em volta da casa, mas a mãe acotovelou-se por todas as pessoas.
- Meu nenê! Meu nenê! Minha pequena Marja!
Um bombeiro agarrou-a:
- A senhora não pode entrar aí – gritou ele. – Vai morrer queimada!
- Deixe-me ir! Deixe-me ir! – gritou ela. E com uma força sobre-humana desvencilhou-se e correu para dentro da casa em chamas, enquanto todos observavam espantados.
Ela sabia exatamente onde devia ir.
Atravessando como uma flecha a fumaça e as chamas, agarrou o pequeno tesouro que era sua menina, e fez meia volta. Mas, vencida pela fumaça, ficou tonta e caiu; teria morrido queimada com a nenê se um bombeiro não a tivesse levado para fora.

Toda a multidão gritou de alegria quando ela apareceu! Mas ai! Embora o bebê estivesse salvo, a pobre mãe ficou muito queimada. Pessoas amigas a colocaram numa ambulância e ela foi para o hospital.
  Ali todos os médicos viram que as mãos dela, aquelas valorosas e queridas mãos que tinham agarrado a criança no berço em chamas estavam terrivelmente queimadas. Embora os médicos fizessem de tudo para salvá-las, elas ficaram mutiladas e cheias de cicatrizes.
Meses depois a corajosa mãe teve alta do hospital. E voltou para casa, com a filha.
As semanas tornaram-se meses e os meses tornaram-se anos. A menina aprendeu a engatinhar, andar e agora já corria. Estava crescendo. Começava a reparar nas coisas.
(FIG 5) Um dia, quando Marja tinha oito anos, a mãe estava lavando louça na cozinha.
De repente, Marja viu algo em que nunca havia reparado.
-Mamãe! – exclamou ela – que mãos feias a senhora têm!
- Sim, querida – disse a mãe calmamente, embora ferida demais com essas palavras. – São mesmo feias, não é?
- Mas porque a senhora tem as mãos tão feias quando as outras pessoas têm as mãos bonitas? – perguntou Marja, não sabendo que cada uma de suas palavras era como um punhal no coração da mãe.
  Lágrimas lhe brotaram dos olhos.
- Que foi que eu disse de mal, que foi que eu fiz? – perguntou Marja.

 Então a mãezinha tomou-a pela mão e a levou ao sofá.
- Preciso contar-lhe uma coisa, querida. – disse ela.
Então contou sua história, que Marja não conhecia ainda. Falou do Incêndio, do povo que a procurou impedir, de como ela a havia tirado do berço já envolto em labaredas, como caíra ao chão, como fora salva e como recebera queimaduras graves.
- Minhas mãos eram lindas antes disso – terminou ela.
Marja apertou entre as suas mãos aquelas mãos mutiladas, com lágrimas a lhe deslizarem pela face.
  – Mãezinha querida – disse chorando – são as mãos mais lindas em todo mundo!

Criança há outras mãos que foram feridas por você. As mãos de Jesus, o Amigo e Salvador das crianças; as mãos Daquele que desceu do Céu para salvar Seu povo do pecado, e levá-los para Seu lindo país.

Vocês sabem o que aconteceu a Jesus? Homens maus agarraram-no e o crucificaram.

 Martelaram grandes pregos através de suas mãos e pés e o levantaram numa cruz, para ali morre. Depois o sepultaram no túmulo de José de Arimatéia. Mas não o puderam reter ali. Ele ressuscitou e subiu para o Céu, onde vive hoje, aguardando o feliz dia em que há de voltar.